142º Aniversário de Maria Montessori

Homenagem do Google ao 142º Aniversário de Maria Montessori:

Maria Montessori conhecida pelo método educativo que desenvolveu.

Chamada de Dottoressa, filha de Alessandro Montessori, um oficial do Ministério das Finanças, e Renilde Stoppani, nasceu no dia 31 de agosto de 1870 em Chiaravalle, Província de Ancona, Itália.

Desde muito jovem, manifestou interesse pelas matérias científicas, principalmente matemática e biologia, resultando em conflito com seus pais, que possuíam o desejo que ela seguisse a carreira de professora.

Indo contra as expectativas familiares, inscreveu-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Roma, escolha que a levou a ser, em 1896, a primeira mulher a formar-se em medicina na Itália. Após sua formatura, iniciou um trabalho com crianças com necessidades especiais na clínica da universidade, vindo posteriormente dedicar-se a experimentar em crianças, sem comprometimento algum, os procedimentos usados na educação dos que tinham comprometimento. Observou, também, crianças que brincavam nas ruas e criou um espaço educacional para estas crianças - a Casa dei Bambini.

Responsável também pela criação do método montessori de aprendizagem, composto especialmente por um material de apoio em que a própria criança (ou utilizador) observa se faz as conexões corretas.

Maria Montessori foi homenageada pelo Google com um Doodle, no dia 31 de agosto de 2012, data em que completaria 142 anos.

142º Aniversário de Maria Montessori

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É livro ou brinquedo?



Link Original: http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/livro-ou-brinquedo-690612.shtml?page=0


Nos momentos dedicados à leitura, tanto em sala quanto na biblioteca da Educação Infantil do Centro Educacional Anísio Teixeira (Ceat), no Rio de Janeiro, as crianças têm acesso a vários livros: com muito ou pouco texto, somente ilustrados, literários e informativos, entre outros. O trabalho com o material é levado a sério pelos educadores. "O contato com as estantes e a chance de escolher um entre diversos títulos e folheá-los faz parte do desenvolvimento do comportamento leitor dos pequenos", diz Elisa Creuza de Jesus, educadora da creche.

No acervo, também estão disponíveis livros-brinquedos: do tipo pop-up (com imagens em dobradura que saltam das páginas), com texturas, sons e abas que, quando abertas, revelam novidades. Embora muita gente ainda tenha dúvidas sobre esse suporte e torça o nariz para os recursos que dividem espaço com ilustrações e textos, a equipe do Ceat aposta nele. Assim como as edições tradicionais, eles também são livros - e proporcionam interações diferentes.

O bom livro-brinquedo contribui para que o leitor viva uma experiência literária sem deixar de ser uma diversão relacionada ao brincar, que também é uma forma de interagir com o mundo. E vale registrar que a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) reconhece a categoria como legítima a ponto de, desde 1997, destinar um espaço para essas publicações no Prêmio FNLIJ, concedido anualmente.

É claro que para ser considerado livro o material precisa reunir algumas características básicas e ser usado como tal. Por exemplo: as informações precisam estar dispostas em páginas de forma que o leitor possa folheá-las, observar seu conteúdo e seguir a narrativa.

Recursos devem ajudar a contar a história

Nem tudo o que está disponível no mercado é interessante e tem qualidade. Trabalhar com afinco na escolha do que fará parte do rol de leitura da turma requer analisar os títulos um a um. É sua responsabilidade escolher bons materiais, elaborados com cuidado estético e com textos bem escritos (confira na próxima página algumas sugestões).

Além disso, é preciso avaliar se os mecanismos disponíveis ajudam a construir o enredo. Uma das características mais importantes da literatura é o mistério, a fantasia, o não dito -, o que o leitor está por descobrir. "Os artifícios do livro devem contribuir para isso. Se o texto, as imagens e outros recursos deixam tudo explícito, perde-se a graça", explica Ninfa Parreiras, mestre em Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Letra Falante, grupo de leitura e de pesquisa de literatura infantil e juvenil, em São Paulo.

Há livros-brinquedos que se aproximam mais de brinquedos devido ao formato e aos artifícios disponíveis, deixando a história em segundo plano. Isso pode parecer interessante para estimular os sentidos e entreter as crianças, mas não as aproxima da leitura.

No mais, o formato precisa ser levado em conta. "Exemplares muito grandes ou pesados demais dificultam a manipulação pela criançada", conta Ninfa. Porém, mesmo que intervenções do tipo pop-up pareçam delicadas para mãozinhas desajeitadas, os pequenos não devem ser privados de mexer nelas - para evitar páginas rasgadas, por exemplo. Um dos objetivos do trabalho com o livro-brinquedo é justamente despertar a vontade de entrar em contato com ele.

Como leitor experiente, você deve servir de modelo: mostre a forma adequada de manuseio, virando as páginas e mexendo no papel com cuidado, enquanto explica em voz alta o que está fazendo. Ainda assim, danos vão ocorrer - às vezes será possível repará-los, outras não e tudo bem. Tenha consciência de que isso faz parte do processo de aproximação da turma com o universo da leitura.

"Para que possam manusear o livro, me aproximo de cada uma das crianças e pergunto se querem tocá-lo. Depois da leitura em roda, organizo momentos para que todas tenham a oportunidade de folhear e explorar os títulos sozinhas", fala Elisa, do Ceat. Assim, os pequenos têm oportunidade de fazer descobertas com tempo e autonomia e seguem construindo sua trajetória como leitores.

Brincadeiras e Brinquedos Culturais



Existem brincadeiras e brinquedos que hoje conhecemos por passar de geração em geração. Possuem várias origens e participaram de várias etapas do desenvolvimento do país. Hoje, essas brincadeiras fazem parte da cultura do nosso povo e parte do folclore brasileiro que marcam os períodos por aqui vividos.
Os índios que viviam no Brasil antes do seu período de descobrimento utilizavam uma trouxa de folha cheia de pedras que eram amarradas numa espiga de milho. Brincavam de jogar esta trouxa de um lado para outro, chamavam-na de Pe’teka, que em tupi significa bater.
De origem francesa, a amarelinha chegou ao Brasil e rapidamente se tornou popular. A brincadeira consiste em um desenho formado por blocos numerados de 1 a 9, com semicírculos nas extremidades que são jogados com uma pedrinha que deve obedecer as paredes de cada bloco.
Cerca de 1000 anos antes de Cristo a pipa era utilizada como forma de sinalização, mas ao chegar ao Brasil, trazida pelos portugueses, a pipa se tornou somente uma forma de diversão. Ela voa através da força dos ventos e é controlada por uma corda que permite ao condutor deixá-la cada vez mais alta ou mais baixa.
A ciranda, que é a dança mais famosa do Brasil, foi trazida de Portugal como dança adulta, mas logo sofreu transformações e passou a alegrar as brincadeiras infantis. É bastante utilizada ainda hoje em escolas, parques e espaços que prezam as brincadeiras antigas, passando-as às novas gerações, mostrando sua importância folclórica e cultural.
O jogo do osso de origem pré-histórica também é bastante passado aos netos pelos avós. Consiste em jogar um objeto para o alto e pegar outro em seu lugar fazendo um jogo de malabarismo.

Brincar é coisa de criança? - Artigo do site Brasil Escola

Link original: Brincar é coisa de criança? - MeuArtigo Brasil Escola

BRINCAR É COISA DE CRIANÇA?

Por Sonia das Graças Oliveira Silva

Brincar é hábito essencial para a criança ter uma melhor qualidade de vida e parece ter até um poder terapêutico natural, como um remedinho auxiliar nas dores da criança.

Brincadeiras, geralmente envolvem emoções, afetividade, laços com outras pessoas, ligações entre as pessoas. Uma brincadeira ou um jogo onde participem mais de uma pessoa, geralmente implica trocas, partilhas, confrontos e negociações. Além do mais, brincar constitui auxílio na boa formação infantil, nas esferas emocional, intelectiva, social e física.
Deixar de brincar com a criança é também esquecer de viver com qualidade de vida, e, quando oferecemos possibilidades de brincar às crianças, oferecemos mais que o próprio ato de brincar, oferecemos uma perspectiva de vida melhor, um desenvolvimento mais natural e eficiente, com socialização e interação.

Normalmente a criança não possui um domínio de linguagem capaz de transmitir tudo que está sentindo e, por vezes, nas brincadeiras elas conseguem passar este problema de maneira mais tranqüila. Brincando a criança consegue ser criativa e utiliza sua personalidade integral. O brincar combina ficção com a realidade, de modo que a criança que brinca trabalha as informações recebidas, os dados e percepções da realidade, sempre na forma de ficção.

No brincar a criança utiliza suas próprias experiências, aquilo que observa. Por exemplo, uma criança pequena reproduz as ações que percebe em seu meio, como dirigir um carro ou embalar uma boneca. À medida que vão crescendo acabam incorporando a representação que fazem da vida real, os conhecimentos adquiridos, os desejos e sentimentos.

sendo a brincadeira a linguagem própria da criança, através da qual lhe será possível o acesso à cultura e sua assimilação, o que torna o brincar fundamental à vida da criança, melhorando seu desenvolvimento cognitivo e motor.

A auto-estima, como uma das condições do desenvolvimento normal, tem seu início na infância, em processos de interação social, na escola ou na família, que são amplamente proporcionados pelo brincar.
Oferecer às crianças as brincadeiras e brinquedos, por mais simples que sejam, é por si mesmo uma cura, que possui aplicação imediata e universal, viabilizando a elas atitudes positivas e prazerosas.

Uma boa maneira que os adultos podem utilizar para estimular a imaginação das crianças é servir de modelo, brincar junto ou contar como brincava quando tinha a idade delas. Muitas vezes, o adulto não percebe a seriedade e a importância do brincar para o desenvolvimento da criança e não observando atentamente não reflete sobre o que as crianças estão fazendo. Deixando de acompanhar as brincadeiras, o adulto, não nota as novas aquisições da criança, as relações delas com as outras crianças e com os próprios adultos, enfim, não percebe o seu desenvolvimento.

Há uma unanimidade de pensamentos dizendo que o brincar tem papel essencial no desenvolvimento da criança, principalmente nos primeiros anos de vida, nos quais ela tem de realizar a grande tarefa de compreender e se inserir em seu grupo, desenvolver a linguagem e explorar o mundo físico.

Muitos pesquisadores afirmam que o brincar, por vezes, tem o efeito de uma terapia. E, sendo um recurso tão antigo não vem sendo utilizado como dever

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Crescer - NOTÍCIAS - Brincadeira na infância reflete em uma vida adulta mais saudável


Que brincar faz bem para o seu filho, você já sabe. Mas já imaginou como as brincadeiraspodem beneficiar a saúde dele até quando ele crescer? Uma pesquisa da Universidade de Ulster, na Irlanda do Norte, feita com 500 adultos, constatou que os adultos mais saudáveis e com um estilo de fica mais ativo tiveram uma infância cheia de brincadeiras.

Os pesquisadores dividiram a brincadeira em quatro categorias – criativa, ativa, tecnológica e solitária – e verificaram que todas tiveram impactos positivos no estilo de vida adulto. Eles também verificaram o contrário: crianças que foram criadas com restrições a brincadeiras tornaram-se adultos com tendência a sobrepeso e hábitos menos saudáveis. “Apesar de ser algo espontâneona infância, brincar muitas vezes não é considerado tão importante pelos pais”, afirma Tony Cassidy, responsável pelo estudo, em comunicado da universidade.

Brincar ao ar livre faz bem

Outra pesquisa, conduzida pela Universidade de Washington, também reforça a tese do quanto as brincadeiras são importantes não só para o desenvolvimento infantil, mas também para uma boa saúde. Os pesquisadores constataram que a existência de espaços verdes perto de casa contribui para que as crianças façam mais atividades físicas e, consequentemente, tenham menos riscos de ficarem obesas.

A pesquisa foi conduzida por Janice Bell e outros pesquisadores da Escola de Saúde Pública e Medicina Comunitária da Universidade de Washington. Eles acompanharam quase 4 mil crianças e jovens, de 3 a 16 anos, durante dois anos. De acordo com artigo publicado na edição de dezembro do American Journal of Preventive Medicine, a pesquisa sugere, ainda, que as crianças que vivem em contato com áreas verdes apresentam melhor funcionamento cerebral e menos sintomas de déficit de atenção e hiperatividade.

Você mora longe de parques? Ou vive em uma cidade carente de espaços verdes? Então, procure outras alternativas: viaje para o campo sempre que possível, cultive um jardim em seu próprio quintal e se divirta junto com as crianças. De quebra, você também relaxa, se sente mais revigorado e ganham até mesmo auto-estima.

Televisão e videogame em excesso fazem mal

Pesquisadores da Universidade Yale, dos Estados Unidos, realizaram um estudo abrangente em que reuniram 173 pesquisas diferentes sobre a relação entre as crianças e as mídias em geral, produzidas desde 1980. Eles constataram que aquelas que passam muito tempo assistindo à televisão, a filmes, navegando na internet ou jogando videogame estão mais propensas, futuramente, a desenvolver problemas como obesidade, fumo, uso de drogas e álcool, déficit de atenção e hiperatividade, além de apresentarem baixo rendimento escolar.

E quanto seria esse “tempo excessivo”? Como diz Cary Gross, professor da Faculdade de Medicina de Yale, e um dos responsáveis pelo estudo, há pesquisas que apontam uma média de 8 horas por semana, enquanto outros mostram que 2 horas por dia já seriam excessivas, tanto para os menores de 3 anos de idade, quanto para os maiores.


Mas, apesar de existirem mais evidências em relação à quantidade, é preciso estar atento também ao conteúdo que as crianças têm acesso. “Elas são como esponjas e absorvem o que vêem na televisão. O ideal é que os pais reduzam o tempo dos filhos em frente à tela”, diz. Cross tem dois, de 6 e 8 anos, e afirma que eles passam cerca de apenas 30 minutos diários em média em frente à TV ou ao computador. “E eu assisto a todo programa antes, assim como também conheço todo game que eles jogam”, fala. Entre as medidas apresentadas aos pais pelo grupo de pesquisadores, estão monitorar o uso, ver, ouvir e navegar junto com eles na internet, além de explicar às crianças o que é positivo e negativo nos programas de TV e games.


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4o. SEMINÁRIO REVISTA CRESCER - FAMÍLIAS CONTEMPORÂNEAS

4o. SEMINÁRIO REVISTA CRESCER - FAMÍLIAS CONTEMPORÂNEAS

O evento, que vai abordar sobre Brincar, acontece no dia 11 de setembro.
Este ano você pode levar o seu filho. Veja como participar clicando no link abaixo:

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI316586-18479,00-O+SEMINARIO+REVISTA+CRESCER+FAMILIAS+CONTEMPORANEAS.html






A CRESCER convida você para participar do 4o. Seminário Revista Crescer - Famílias Contemporâneas, que este ano vai abordar o tema BRINCAR.
Qual a importância das brincadeiras em grupo, dos jogos individuais e dos brinquedos eletrônicos; o tempo certo para cada atividade e como conduzir da melhor maneira possível a hora mais esperada pelo seu filho.
O evento será dividido em dois painéis, por idade:
1o. painel - Voltado para os pais de crianças de 0 a 3 anos - início: 9h15 | término: 10h50
2o. painiel - Voltado para os pais de crianças de 4 a 8 anos - início: 11h30 | término: 13h

Inscreva-se até 2/9/2012. Clique aqui e faça seu cadastro já! Este ano, você também pode levar os seus filhos.

4o. SEMINÁRIO REVISTA CRESCER - FAMÍLIAS CONTEMPORÂNEAS
DATA: 11/9, com welcome coffee às 8h30
LOCAL: Espaço Gardens | Av. Queiroz Filho, 830 - Alto de Pinheiros - São Paulo/SP