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Brincar é coisa de criança? - Artigo do site Brasil Escola

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BRINCAR É COISA DE CRIANÇA?

Por Sonia das Graças Oliveira Silva

Brincar é hábito essencial para a criança ter uma melhor qualidade de vida e parece ter até um poder terapêutico natural, como um remedinho auxiliar nas dores da criança.

Brincadeiras, geralmente envolvem emoções, afetividade, laços com outras pessoas, ligações entre as pessoas. Uma brincadeira ou um jogo onde participem mais de uma pessoa, geralmente implica trocas, partilhas, confrontos e negociações. Além do mais, brincar constitui auxílio na boa formação infantil, nas esferas emocional, intelectiva, social e física.
Deixar de brincar com a criança é também esquecer de viver com qualidade de vida, e, quando oferecemos possibilidades de brincar às crianças, oferecemos mais que o próprio ato de brincar, oferecemos uma perspectiva de vida melhor, um desenvolvimento mais natural e eficiente, com socialização e interação.

Normalmente a criança não possui um domínio de linguagem capaz de transmitir tudo que está sentindo e, por vezes, nas brincadeiras elas conseguem passar este problema de maneira mais tranqüila. Brincando a criança consegue ser criativa e utiliza sua personalidade integral. O brincar combina ficção com a realidade, de modo que a criança que brinca trabalha as informações recebidas, os dados e percepções da realidade, sempre na forma de ficção.

No brincar a criança utiliza suas próprias experiências, aquilo que observa. Por exemplo, uma criança pequena reproduz as ações que percebe em seu meio, como dirigir um carro ou embalar uma boneca. À medida que vão crescendo acabam incorporando a representação que fazem da vida real, os conhecimentos adquiridos, os desejos e sentimentos.

sendo a brincadeira a linguagem própria da criança, através da qual lhe será possível o acesso à cultura e sua assimilação, o que torna o brincar fundamental à vida da criança, melhorando seu desenvolvimento cognitivo e motor.

A auto-estima, como uma das condições do desenvolvimento normal, tem seu início na infância, em processos de interação social, na escola ou na família, que são amplamente proporcionados pelo brincar.
Oferecer às crianças as brincadeiras e brinquedos, por mais simples que sejam, é por si mesmo uma cura, que possui aplicação imediata e universal, viabilizando a elas atitudes positivas e prazerosas.

Uma boa maneira que os adultos podem utilizar para estimular a imaginação das crianças é servir de modelo, brincar junto ou contar como brincava quando tinha a idade delas. Muitas vezes, o adulto não percebe a seriedade e a importância do brincar para o desenvolvimento da criança e não observando atentamente não reflete sobre o que as crianças estão fazendo. Deixando de acompanhar as brincadeiras, o adulto, não nota as novas aquisições da criança, as relações delas com as outras crianças e com os próprios adultos, enfim, não percebe o seu desenvolvimento.

Há uma unanimidade de pensamentos dizendo que o brincar tem papel essencial no desenvolvimento da criança, principalmente nos primeiros anos de vida, nos quais ela tem de realizar a grande tarefa de compreender e se inserir em seu grupo, desenvolver a linguagem e explorar o mundo físico.

Muitos pesquisadores afirmam que o brincar, por vezes, tem o efeito de uma terapia. E, sendo um recurso tão antigo não vem sendo utilizado como dever

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